Justiça libera R$ 5,2 mi e greve em hospital em MT deve ser evitada

postado em: Notícias | 0

Servidores devem receber 2 meses de salários e 13º ainda nesta semana; paralisação foi agendada para quinta

hospital-sinop.jpg

 

Os enfermeiros que atendem o Hospital Regional de Sinop (479,3 km de Cuiabá) podem paralisar suas atividades a partir das 19h da próxima quinta-feira (13). A greve estava prevista para ser iniciada nesta noite de segunda-feira (10), porém, o documento, assinado na última sexta-feira (7), só foi entregue à diretoria da unidade nesta segunda. O comunicado é assinado pelo Sindicato dos Profissionais de Enfermagem do Estado de Mato Grosso (Sinpen-MT) e traz em seu conteúdo as decisões do dia 26 de novembro, motivadas pelo, entre outras coisas, atraso salarial.

Segundo o diretor do sindicato, Dejamir Souza Soares, há chances de a greve sequer ser deflagrada. Isso porque os R$ 5,2 milhões do Estado que estavam bloqueados pela Justiça já foram liberados.

Agora, a exigência do sindicato é que a unidade pague as duas folhas que estão em atraso, se assim o fizer, a greve está descartada, mas, caso apenas uma das folhas seja quitada, o movimento grevista será mantido. Além da exigência, o sindicato ainda tem a expectativa é que o hospital antecipe o pagamento do 13º, previsto legalmente para ser liquidado até 20 de dezembro.

De acordo com Comunicado de Deflagração de Greve (CDG), 30% dos profissionais lotados na enfermagem continuarão a prestar os serviços. Já os setores de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), CME (Central de Material Esterilizado) e CC (Centro Cirúrgico) contarão com 50% dos profissionais enquanto a classe permanecer paralisada.

“Ressalte-se que o motivo para tal ato decorre de inúmeros descumprimentos da legislação trabalhista e convenção coletiva de trabalho, em especial, salários atrasados há dois meses, cestas básicas, vale-alimentação e auxílio-transporte”, diz trecho do CDG.

O valor havia sido bloqueado pelo juiz Mirko Vincenzo, da Comarca de Sinop, devido ao descumprimento de uma liminar por parte do Estado, a qual era obrigado realizar os repasses em atraso à unidade, gerida pelo Instituto Gerir.

FONTE: FOLHAMAX

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

6 + 11 =